xiu...
ninguém reparou.
Segunda-feira, Junho 15, 2009
Sábado, Junho 13, 2009
Terça-feira, Junho 09, 2009
Escapar
Segunda-feira, Junho 08, 2009
Os filmes dos últimos dias
Do já falado ciclo em homenagem a Bénard da Costa, durante a semana passada, recomendo vivamente:





Quarta-feira, Junho 03, 2009
Uma remissão e um obrigada
Porque é um elogio ao Cineclube que nos enche de orgulho. Porque o que atingimos em Cannes este ano deve encher de orgulho não apenas os cinéfilos, mas todos nós. Porque é preciso fazer crescer o Cinema, crescendo com ele. Espreitem:
http://torreaosul.blogspot.com/2009/05/cineclube.html
Porque também nunca é demais lembrar Bénard da Costa, sugiro que quem ainda não foi ao Campo Alegre, vá até ao fim desta semana, lembrar os "filmes da vida" de alguém que viu mais, soube mais, e fez mais pelo Cinema em Portugal do que qualquer outro.
http://ipsilon.publico.pt/cinema/texto.aspx?id=231908
http://ipsilon.publico.pt/cinema/texto.aspx?id=231919
É pena não passarem o Johnny Guitar, aquele que Bénard muitas vezes disse ser um dos seus favoritos de sempre. Felizmente existe na Dvdteca do Cineclube (ainda que em versão sem legendas), por isso corram à Biblioteca - é um grande filme!
http://torreaosul.blogspot.com/2009/05/cineclube.html
Porque também nunca é demais lembrar Bénard da Costa, sugiro que quem ainda não foi ao Campo Alegre, vá até ao fim desta semana, lembrar os "filmes da vida" de alguém que viu mais, soube mais, e fez mais pelo Cinema em Portugal do que qualquer outro.
http://ipsilon.publico.pt/cinema/texto.aspx?id=231908
http://ipsilon.publico.pt/cinema/texto.aspx?id=231919
É pena não passarem o Johnny Guitar, aquele que Bénard muitas vezes disse ser um dos seus favoritos de sempre. Felizmente existe na Dvdteca do Cineclube (ainda que em versão sem legendas), por isso corram à Biblioteca - é um grande filme!
Terça-feira, Maio 26, 2009
João Bénard da Costa: 10 filmes da sua vida
Directamente do cineclube da FEP para o cineclube da FDUP:
Ciclo João Bénard da Costa no Teatro do Campo Alegre
JOÃO BÉNARD DA COSTA – 10 FILMES DA SUA E DA NOSSA VIDA
quinta, 28 Maio, OPINIÃO PÚBLICA / A WOMAN OF PARIS, Charlie Chaplin, 1923
sexta, 29 Maio, AURORA / SUNRISE, Friedrich W. Murnau, 1927
sábado, 30 Maio, FATALIDADE / DISHONORED, Joseph von Sterberg, 1931
domingo, 31 Maio, O EXTRAVAGANTE SR RUGGLES / RUGLES OF THE RED GAP, Leo McCarey, 1935
segunda, 1 Junho, VONTADE INDÓMITA / THE FOUNTAINHEAD, King Vidor,1949
terça, 2 Junho, SENTIMENTO / SENSO, Luchino Visconti, 1954
quarta, 3 Junho, DEUS SABE QUANTO AMEI / SOME CAME RUNNING, Vincent Minelli, 1958
quinta, 4 Junho, VERTIGO / A MULHER QUE VIVEU DUAS VEZES, Alfred Hitchcock, 1958
sexta, 5 Junho*, A BELA IMPERTINENTE / LA BELLE NOISEUSE, Jacques Rivette, 1991
sábado, 6 Junho, O SOL DO MARMELEIRO / EL SOL DEL MEMBRILLO, Victor Erice, 1992
Sessões às 18h30 e 22h, excepto A BELA IMPERTINENTE, às 21h.
Ciclo João Bénard da Costa no Teatro do Campo Alegre
JOÃO BÉNARD DA COSTA – 10 FILMES DA SUA E DA NOSSA VIDA
quinta, 28 Maio, OPINIÃO PÚBLICA / A WOMAN OF PARIS, Charlie Chaplin, 1923
sexta, 29 Maio, AURORA / SUNRISE, Friedrich W. Murnau, 1927
sábado, 30 Maio, FATALIDADE / DISHONORED, Joseph von Sterberg, 1931
domingo, 31 Maio, O EXTRAVAGANTE SR RUGGLES / RUGLES OF THE RED GAP, Leo McCarey, 1935
segunda, 1 Junho, VONTADE INDÓMITA / THE FOUNTAINHEAD, King Vidor,1949
terça, 2 Junho, SENTIMENTO / SENSO, Luchino Visconti, 1954
quarta, 3 Junho, DEUS SABE QUANTO AMEI / SOME CAME RUNNING, Vincent Minelli, 1958
quinta, 4 Junho, VERTIGO / A MULHER QUE VIVEU DUAS VEZES, Alfred Hitchcock, 1958
sexta, 5 Junho*, A BELA IMPERTINENTE / LA BELLE NOISEUSE, Jacques Rivette, 1991
sábado, 6 Junho, O SOL DO MARMELEIRO / EL SOL DEL MEMBRILLO, Victor Erice, 1992
Sessões às 18h30 e 22h, excepto A BELA IMPERTINENTE, às 21h.
Sábado, Maio 23, 2009
Sexta-feira, Maio 22, 2009
conhecendo o homem

Grande parte do que conheço de João Bénard da Costa (JBC) chega-me do que ouço de pais e amigos ou o que leio de jornais e revistas.
No entanto, já aconteceu algumas vezes passar os olhos por escritos do autor sobre obra cinematográfica. E gostei muito. Lembro-me que quando escrevi uma crítica aqui para o Cineclube, a propósito do Los Olvidados do Buñuel, uma das fontes de que me servi foi a sua compilação de folhas da Cinemateca acerca do realizador espanhol, que o meu pai havia comprado há já muito tempo.
A sensibilidade com que JBC utilizava as palavras para traduzir a mesma sensibilidade do filme e a abordagem tão vasta e absorvente que fazia da fita (com curiosas incursões pela filosofia ou pela literatura romancista) cativaram-me sobremaneira. Por outro lado, a exposição técnica - longe de ser enfadonha (tarefa difícil) - era igualmente prazerosa, pois recordava-me cenas precisas do filme e percebia a intenção e o porquê de fazer assim e não fazer assado; o porquê de utilizar isto para sugerir aquilo, subtis pormenores que simbolizam correntes; etc.
Assim foi que até um excerto seu ipsis verbis coloquei na minha crítica, tal era o valor e o modo como se identificava com o que eu pretendia expôr. E o mesmo fez o Tiago Ramalho na sua crítica ao How Green Was My Valley, do Ford. Sem me querer imiscuir nas considerações do Tiago, penso que essa citação também reflectirá parte do que aqui quis transmitir.
Acima de tudo, tenho JBC como um homem de fina sensibilidade. Alguém que pensou o Cinema de forma muito própria. E a mim agrada-me muitíssimo lêr alguém que pensa algo (diferente de pensar sobre), que o sistematiza, que o expõe com argúcia e lucidez. O Direito a intrometer-se na 7ª Arte, porventura...
Não me interessam agora as questão institucionais, digamos assim, mais ou menos felizes a que JBC esteve ligado. Neste momento faço o tributo apenas ao homem das letras.
Não tendo ainda, na verdade, uma real percepção do peso de JBC no Cinema português, posso dizer, da minha parte, que as suas linhas me despertaram a vontade de ler mais e mais. O que não deixa de ser um aspecto poderoso, não fosse o Cinema a arte da imagem (e de muito mais, é certo); imagem que, na gíria, "vale mais do que mil palavras". Talvez as de JBC não sejam assim tão facilmente superáveis.
Sexta-feira, Maio 15, 2009
Ainda em 2009
A mais recente obra de Quentin Tarantino, a estrear esta semana em Cannes. É um filme polémico, algo improvável, violento, ridiculo, ridicularizante, mas espero bom. Tem o aliciante de juntar Tarantino a Brad Pitt, há tempos uma dupla improvável. (trailer)
Adaptação da obra de Maurice Sendak por parte de Spike Jonze, outro renegade do cinema norte-americano. Pelo que já pude ver em trailers e snapshots (e o cartaz), aliciantes não faltam ao filme. A óptima fotografia e o bom gosto arrebatador sobressaem obviamente. (trailer)
De Jim Jarmusch, com grande parte dos suspeitos do costume. (trailer)
Do ainda desconhecido Neill Blomkamp, District 9 é uma sátira (acredito) a toda a problemática dos refugiados e do xenofobismo, em particular na África do Sul, contra moçambicanos e habitantes do Zimbabwe que lá se refugiam.Com o selo de qualidade da WingNut Films de Peter Jackson, District 9 é visto também como inspirado na badalada curta-metragem de Neill Blomkamp de 2005, Alive in Joburg. (trailer)
clicar sobre o titulo do filme ou poster para aceder à pagina IMDB
Segunda-feira, Maio 11, 2009
12 Maio - Easy Rider
Sexta-feira, Maio 08, 2009
proposta
Um novo "Le Bal", apanhando toda a semana da queima das fitas. Começaria e acabaria, tal como a obra original, com a abertura e fecho da queima, mas só reflectiria um ano de festa. Haveria credenciados, convidados, pagantes; estudantes do secundário, superior e pós superior, gentes da cidade e de fora dela; polícias em lazer ou em serviço, enfardados, encoletados ou à paisana; os seguranças, os bombeiros, os enfermeiros; ilustres e outros que nem tanto; barracas, tendas, palcos; brindes de alegria e tristeza; e tudo o mais que um novo Éttore Scola, em rasgo de mestre, apanhasse.
E, eventualmente, "projecção" posterior pelo cineclube. Eu proporia...
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