quinta-feira, outubro 20, 2011

fundido




Les Anges du Péché (1943), Robert Bresson.

quarta-feira, outubro 19, 2011

reentré


A reentré do Cineclube foi um sucesso, com quase 50 (!) pessoas a assistirem a "Amarcord", de Federico Fellini, e à excelente apresentação introdutória do David Barros.

Mantenham-se ligados aqui, no blog, e no facebook, para estarem a par das sessões seguintes. Para quem quiser receber a newsletter, por favor envie email para cineclubefdup@gmail.com com a palavra "newsletter".


A próxima sessão é já para a semana, terça-feira (25 Out.), às 18h15, com "GRIZZLY MAN" (2005), de Werner Herzog. Agora sim, na sala 1.28.

Até lá!

segunda-feira, outubro 17, 2011

primeira sessão: "AMARCORD", 18 Out, 18h15

Design: Luísa Beato





Tem hoje início a nova programação do Cineclube FDUP!
A primeira sessão contará com a exibição de "AMARCORD", de Federico Fellini. A apresentação estará a cargo de David Pinho Barros, Mestre em Cinema Pela Universidade Nova de Lisboa.

IMPORTANTE: Excepcionalmente, a sessão de amanhã decorrerá na sala 0.01 (piso do bar), e não na habitual 1.28 (como consta do cartaz).






Se desejares receber a newsletter do Cineclube, onde daremos conta de todas as sessões com antecedência, envia email para cineclubefdup@gmail.com com a palavra "newsletter"!

domingo, outubro 16, 2011

Programação até Dezembro

Design: Luísa Beato



Aí está a tão aguardada programação do Cineclube FDUP até Dezembro!



Como novidades para este semestre, o Cineclube FDUP aposta, pela primeira na sua história, em dois formatos fora da ficção: por um lado, o registo documental, com a exibição de GRIZZLY MAN, do alemão Werner Herzog; por outro, na Animação, o filme MARY AND MAX promoverá a estreia do género.

Paralelamente, o Cineclube prosseguirá o seu trilho na divulgação de diferentes estéticas e filmografias no campo da ficção. Fá-lo-á, desde logo, com dois realizadores absolutamente fundamentais: Fellini (AMACORD), em Itália, autor entre um tardo-neorealismo e uma subsequente exploração de universos oníricos e surrealistas; e Tarkovsky (O ESPELHO), na Rússia, um poeta das imagens que, como ninguém, construíu um cinema de autognose, contemplativo e esteticamente ímpar. A fechar, será a vez de SUPERFLY, filme-hino ao género "Blaxploitaition" que, nos anos 70, viria a reflectir toda a "fúria de viver" da comunidade negra dos EUA, uma década depois do movimento libertador dos civil rights. E, como cereja em cima do bolo, a banda-sonora: Curtis Mayfield a emprestar a soul toda ao filme de Gordon Parks Jr..


As sessões serão, como habitualmente, às 18h15, na sala 1.28 (em caso de alteração de sala, a mesma será anunciada com antecedência). Em cada sessão, será sorteado um bilhete para uma sessão nos cinemas UCI, aproveita!



Esta terça-feira, dia 18 Out., pelas 18h15, o Cineclube FDUP inaugura a sua programação com AMARCORD (1973), filme icónico de Federico Fellini. A apresentação estará a cargo de David Pinho Barros, Mestre em Cinema pela Universidade de Lisboa.


Até terça, venham e tragam um amigo!






PROGRAMAÇÃO COMPLETA:


18 Out.

Amarcord (1973), Federico Fellini


25 Out.

Grizzly Man (2005), Werner Herzog


8 Nov.

Mary and Max (2009), Adam Elliot


22 Nov.

O Espelho (1975), Andrey Tarkovsky


6 Dez.

Superfly (1972), Gordon Parks Jr.

sábado, outubro 15, 2011

O Cineclube está de volta!


Como prometido, anunciamos o primeiro filme deste ano lectivo:

Amarcord (1973), de Federico Fellini



Vencedor do Óscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1975, Amarcord (cujo título deriva da expressão italiana "a m'arcord", e significa "eu recordo-me") é tido como o filme mais autobiográfico do realizador italiano, e considerado um dos seus melhores.

Passado na Itália fascista dos anos 30, Amarcord é o retrato de um bairro baseado na cidade-natal de Fellini, Rimini. Aqui, a memória mistura-se com a imaginação, resultando num desfile de momentos burlescos, hilariantes, mas também de grande beleza e sensibilidade. Exemplar do mundo fantástico que deu origem ao adjectivo "felliniano", este é um filme a não perder.

A sessão decorrerá no dia 18 de Outubro, terça-feira, às 18h15, no sala 0.01, e será apresentada por David Barros, Mestre em Cinema pela Universidade Nova de Lisboa.

Os restantes filmes do ciclo serão anunciados amanhã.

Apareçam!




quinta-feira, outubro 13, 2011

hoje: "FAHRENHEIT 451" (21h45), na FAUP




Tem hoje lugar a exibição de Fahrenheit 451 (1966), pelas 21h45, na Faculdade de Arquitectura da UP. Oportunidade para ver em tela um dos filmes maiores de François Truffaut.

terça-feira, outubro 11, 2011

amanhã: "AFTERSCHOOL" (22h), no Passos Manuel




Depois de ter sido adiada por motivos técnicos, a exibição do filme "Afterschool" (2008), de Antonio Campos, terá lugar amanhã, no Passos Manuel, pelas 22h. Pela mão da Milímetro.

segunda-feira, outubro 10, 2011

Cineclubistas de todo o mundo,




Uni-vos!... Ou talvez não precisareis de tanto, já que a programação do Cineclube FDUP está quase, quase a voltar para mais um semestre de bom cinema.

Estejam atentos!

segunda-feira, outubro 03, 2011

amanhã: "PARANOID PARK", no Passos Manuel (22h)

A Milímetro fecha amanhã, dia 4 Out., o ciclo "Back to Skool" com o filme "PARANOID PARK" (2007), de Gus Van Sant.





Às 22h, no cinema Passos Manuel.

sábado, outubro 01, 2011

a última ceia


Viridiana (1961), Luis Buñuel.


Adenda:
É engraçado reparar que quem está ao centro - no original, como é sabido, Jesus Cristo - é, aqui, um dos pedintes, mais precisamente aquele que é... cego. A cegueira como virtude cristã, como modo de fazer justiça (a própria figura contemporânea da Justiça - que remonta à grega Diké - usa, como se sabe, uma venda sobre os olhos) sem olhar a categorias sociais e respectivas posses? Talvez seja uma visão demasiado idílica das coisas, ou não estivéssemos nós a falar de um homem como Buñuel... (o tal que disse: "Graças a Deus, sou ateu")

Adenda da adenda:
Outra proposta: procurando retratar a progressiva degradação da Igreja católica (seus valores e princípios), Buñuel filma os pobres - os esquecidos, os ignorados, os rejeitados, os mal-tratados por uma doutrina conspurcada pela conivência dos seus representantes com o poderio dos mais ricos (nobreza, primeiro; burguesia, depois). E filma-os com duas peculiaridades. Por um lado, com um plano de conjunto, fixo, cujo objecto é decalcado de A Última Ceia (Da Vinci), aspecto extremamente importante por duas razões: logo à partida, por ser um quadro icónico do imaginário cristão; depois, porque se trata da última refeição que Cristo toma com os seus discípulos (entre os quais se encontra Judas - o segundo a contar da direita -, o qual, perdoem-me a memória, não sei neste momento se é o que corresponde ao pedinte que no filme de Buñuel admite já ter traído um amigo, o que merece a reprovação dos restantes), antes de ser preso e crucificado. Também em Viridiana se trata da última refeição - já não a de Cristo (ou a do pedinte cego), mas a última daqueles pobres, pois ao serem surpreendidos com a chegada dos donos da casa, serão inevitalvemente expulsos.

A segunda peculiaridade prende-se com o facto de, sendo os "discípulos" aqui filmados os indigentes, os desgraçados, o cenário - de fausto, abundância, opulência - em que são enquadrados contrasta violentamente (diríamos mesmo: miseravelmente) com a sua condição. Donde a ideia de degradação por que começámos: luxúria (espaço), pobreza (homens), hipocrisia (doutrina cristã). A ideia ou tese de que uma doutrina, uma filosofia (a cristã) se desvirtuou, se enlameou em virtude do "esquecimento" a que os seus pregadores votaram as suas ideias originais ("puras", neste sentido) de amor ao próximo e solidariedade, trocando-as por ambições materialistas, de riqueza e ostentação. Chegados a este estado das coisas, Buñuel põe as coisas no seu lugar (ou de pernas para o ar, conforme a perspectiva...): é aos pobres, e já não aos privilegiados do costume, que cabe uma noite de abundância e de um pantagruélico prazer; e, por isso, é com regozijo (ou, pelo menos, foi para mim...) que assistimos a esta comovente cena: cena em que os pobres, ali reunidos, com todas as suas virtudes e defeitos (os mesmos que existem em todos nós, e esta é uma lição central do filme), se lambuzam com um magnífico banquete, como que ajustando contas com o mundo injusto em que se inserem, tão avesso aos valores cristãos que o regem (ou que regem concretamente aquele lugar, Espanha). Mas, como os pobres são pobres - expressão de um determinismo/fatalismo que Buñuel tanto evidencia neste filme, nomeadamente na cena em que Jorge compra o cão a um viandante -, essa noite é, apesar de tudo, a última. É, portanto, a primeira e a última...
Não serão presos no sentido propriamente dito, como Cristo, mas sim numa acepção metafórica: depois do banquete, descobertos pelos donos da casa, voltarão às ruas, à fome, à miséria - esta a sua prisão. E quem são os donos da casa, aqueles a quem compete manter tudo no sítio (numa certa ordem natural das coisas)? A resposta não podia ser mais óbvia: eles são Jorge (o burguês, filho bastardo de um rico proprietário) e Viridiana (a freira, representante da Igreja católica), ainda que esta última não seja classicamente alguém de dentro da igreja que trai os valores que apregoa, pelo menos no que toca a ambições materiais (já no que diz respeito à carne e à sexualidade, o filme carrega uma tensão - tão cara a Buñuel - que daria aso a um post dedicado exclusivamente a esse tema...).

domingo, setembro 25, 2011

"Wellcome"


Depois do filme, tinha de ouvir a música. "California Dreamin", chamam-se ambos.


segunda-feira, setembro 19, 2011

Ciclo "BACK TO SKOOL"




Back to Skool é o nome do próximo ciclo da Milímetro, que tem início já esta quarta feira, dia 21, pelas 22h, no Passos Manuel, com o filme Afterschool (2008), de António Campos.


Programa completo:

21 Set
"Afterschool" (2008), António Campos

28 Set
"A Turma" (2008), Laurent Cantet

4 Out
"Paranoid Park" (2007), Gus Van Sant

quinta-feira, setembro 15, 2011

o sexo mais forte


Jane Greer em Out of the Past (1947), Jacques Torneur.

terça-feira, setembro 13, 2011

para ver ou rever


Film Socialisme (2010), de Jean-Luc Godard.


É curioso como hoje em dia, no Porto, a extrema dificuldade que é a de poder ir ao cinema ver um filme de Jean-Luc Godard acabe, inversamente (perversamente...), por tornar o facto num acontecimento, num evento, num verdadeiro happening. É, de facto, paradigmático do estado das coisas das grandes distribuidoras que um filme de um dos maiores realizadores da história do cinema - e um dos grandes responsáveis pela construção (e desconstrução, diga-se ) e sistematização do Cinema como uma linguagem específica -, não mereça qualquer interesse daqueles (praticamente os únicos, no Porto - que perigo, hein?) que programam o que o público pode ver nos seus cinemas. Vicioso (para o público) e viciado, este parece um ciclo sem fim à vista.

Mas passando por cima disto, depois de já termos visto Film Socialisme em Serralves (muito a correr - duas míseras sessões), temos agora a oportunidade de voltar a assistir - é esta quinta-feira, às 22h, no Passos Manuel. Cortesia do Cineclube do Porto.

domingo, setembro 11, 2011

sábado, setembro 10, 2011

Curso de História do Cinema Francês

Curso de Introdução à História do Cinema Francês, na Alliance Française do Porto.

Professor
David Pinho Barros, Mestre em cinema pela Universidade Nova de Lisboa

Duração
20 horas (10 sessões de duas horas, entre Outubro e Dezembro de 2011)

Língua
Português

Objectivos
O curso tem como objectivo proporcionar uma viagem pela História da cinematografia francesa, uma das mais ricas e influentes a nível
mundial, a qual, além de ter introduzido inovações técnicas fundamentais, como a máquina de filmar e projectar dos irmãos Lumière e os
efeitos especiais concebidos por Georges Méliès, viu nascer correntes e cineastas que deixaram legados estéticos de capital importância no
contexto da História da Cultura moderna e contemporânea. Além de visionados e analisados excertos de algumas das obras mais relevantes do
cinema feito em França, serão estudadas e debatidas as circunstâncias sociais, políticas e económicas que determinaram a criação fílmica no
país ao longo do século XX. As obras serão também confrontadas com a produção francesa noutros campos artísticos, da literatura à pintura,
bem como postas em relação com manifestações paralelas noutros contextos geográficos e sociais, como o Japão, a União Soviética, os
Estados Unidos e Portugal.

Conteúdos
1. Dos irmãos Lumière a Fantômas
Louis e Auguste Lumière (La Sortie des Usines Lumière ‐ 1895, L’Arroseur Arrosé ‐ 1895, L’Arrivé d’un Train à la Ciotat ‐ 1896),
Georges Méliès (Le Cauchemar ‐ 1896, L’Homme à la Tête en Caoutchouc ‐ 1901, Le Roi du Maquillage ‐ 1904), Gaston Velle (La Peine
du Talion ‐ 1914) e Louis Feuillade (Fantômas contre Fantômas ‐ 1914)

2. A idade de ouro do mudo e a primeira vanguarda
Jean Epstein (Coeur Fidèle ‐ 1923) e Marcel l’Herbier (L’Argent ‐ 1928)

3. Os provocadores e a segunda vanguarda
Fernand Léger e Dudley Murphy (Ballet Mécanique ‐ 1924), Marcel Duchamp (Anémic Cinema ‐ 1926), Dimitri Kirsanoff
(Ménilmontant ‐ 1926), Man Ray (Emak‐Bakia ‐ 1926), Luis Buñuel (Un Chien Andalou ‐ 1928) e Jean Vigo (À Propos de Nice ‐ 1930)

4. Dos princípios do sonoro ao realismo poético
Jacques Feyder (Le Grand Jeu ‐ 1934), Jean Renoir (Toni ‐ 1934) e Marcel Carné (Le Quai des Brumes ‐ 1938)

5. Os independentes
Jean Cocteau (La Belle et la Bête ‐ 1946), Jean Genet (Un Chant d’Amour ‐ 1950), Jacques Tati (Les Vacances de M. Hulot ‐ 1953) e
Robert Bresson (Pickpocket ‐ 1959)

6. O pós‐guerra
Jean‐Pierre Melville (Le Silence de la Mer ‐ 1949), Henri‐Georges Clouzot (Les Diaboliques ‐ 1955), Roger Vadim (Et Dieu… Créa la
Femme ‐ 1956), Jacques Demy (Les Parapluies de Cherbourg ‐ 1964) e Jean Rouch (Tourou et Bitti ‐ 1967)

7. A Nova Vaga
François Truffaut (Les Quatre Cents Coups ‐ 1959), Jean‐Luc Godard (Pierrot le Fou ‐ 1965) e Claude Chabrol (« La Muette » in Paris vu
par… ‐ 1965)

8. O experimentalismo nos anos 60
Chris Marker (La Jetée ‐ 1962), Alain Resnais (Muriel, ou le Temps d’un Retour ‐ 1963 e Agnès Varda (Le Bonheur ‐ 1965)

9. A palavra
Jacques Doillon (Un Sac de Billes ‐ 1975), Jean‐Paul Rappeneau (Le Sauvage ‐ 1975), Eric Rohmer (Pauline à la Plage ‐ 1983) e Maurice
Pialat (Sous le Soleil de Satan ‐ 1987)

10. Os novíssimos do cinema francês
Bruno Dumont (La Vie de Jésus ‐ 1997), Erick Zonca (La Vie Rêvée des Anges ‐ 1998) e Abdellatif Kechiche (La Graine et le Mulet ‐
2007)

Bibliografia resumida
BRESSON, Robert (1975), Notes sur le Cinématographe, Paris: Folio.
DRAZIN, Charles (2011), French Cinema, Nova Iorque: Faber & Faber.
JEANCOLAS, Jean‐Pierre (1995), Histoire du Cinéma Français, Paris: Armand Colin Cinéma.
PASSEK, Jean‐Loup (Dir.) (1995a), Dictionnaire du Cinéma A‐K, Paris: Larousse.
PASSEK, Jean‐Loup (Dir.) (1995b), Dictionnaire du Cinéma L‐Z, Paris: Larousse.
SADOUL, Georges (1965), Dictionnaire des Cinéastes, Paris: Microcosme / Éditions du Seuil.
TRUFFAUT, François (1987), Le Plaisir des Yeux, Paris: Flammarion.
VINCENDEAU, Ginette & GRAHAM, Peter (Ed.) (2009), The French New Wave: Critical Landmarks, Londres: BFI Publishing

quinta-feira, setembro 08, 2011

hoje:


Cega Paixão ("On Dangerous Ground", 1952), de Nicholas Ray, na Biblioteca Almeida Garret, às 18h30.

segunda-feira, setembro 05, 2011

Setembro, no TCA

A Medeia Filmes promete um programa entusiasmante para a rentrée deste mês de Setembro!
Tem início a partir de amanhã um ciclo dedicado à filmografia de Alain Resnais, um dos autores seminais da Nova Vaga francesa e um dos homens mais importantes da cinematografia contemporânea. Às terças-feiras, pelas 22h, no Teatro Campo Alegre.

Mas a coisa não fica por aqui. Paralelamente, decorrerá um outro ciclo centrado nas mais recentes produções romenas, que tanto furor têm causado entre a crítica, e das quais A Autobiografia de Nicolae Ceausescu (2011, de Andrei Ujica)é o último exemplo. O programa ainda não consta do sítio oficial da Medeia, mas já pode ser consultado no Teatro do Campo Alegre.

PROGRAMA CICLO ALAIN RESNAIS - "CINEMA ET MEMOIRE":

6 Setembro, 22h

HIROSHIMA MEU AMOR
Hiroshima mon amour
de Alain Resnais (1959) M/12


13 Setembro, 22h

O ÚLTIMO ANO EM MARIENBAD
L’Année dernière a Marienbad
de Alain Resnais (1961) M/12


20 Setembro, 22h

MURIEL OU O TEMPO DE UM REGRESSO
Muriel ou le temps d’un retour
de Alain Resnais (1963) M/12


27 Setembro, 22h

A GUERRA ACABOU
La Guerre est finie
de Alain Resnais (1966) M/12


4 Outubro, 22h

STAVISKY…
de Alain Resnais (1974) M/12


11 Outubro, 22h

4 CURTAS DE ALAIN RESNAIS + 1 CURTA EM COLABORAÇÃO COM CHRIS MARKER
GUERNICA (1950) + LES STATUES MEURENT AUSSI (1953) + NUIT ET BRUILLARD (1955) + TOUTE LA MÉMOIRE DU MONDE (1956) + LE CHANT DU STYRÈNE (1958) M/12

Alain Resnais e Jean-Paul Belmondo na rodagem de Stavisky (1974).

Premiados passatempo "Douro Film Harvest 2011"

Chegou ao fim o passatempo "Douro Film Harvest 2011"! Aqui está a lista de premiados:

Pedro Ribeiro
Nuno Sousa
Ana Dias
Ricardo Leitão
Pedro Almeida Leitão
Luís Teixeira dos Santos
Joana Isabel Taveira Ferreira Neto
Cláudia Patrícia Neto
Margarida Correia


CONDIÇÕES:
•Os convites serão validados mediante apresentação do nome na bilheteira do local de exibição respectivo (não existem bilhetes "físicos").

•Os bilhetes não são válidos para as cerimónias de abertura e encerramento, sessões especiais, filmes-concerto e workshops.

•Não se efectuam trocas de bilhetes.


Bons filmes!

sexta-feira, setembro 02, 2011

Passatempo "Douro Film Harvest"


O CINECLUBE FDUP associa-se ao DOURO FILM HARVEST e oferece-te convites duplos para o Douro Film Festival! Participa até 5 setembro!



O DOURO FILM HARVEST, um evento organizado pelo Turismo do Douro e apoiado pelo Turismo de Portugal, apresenta-se como "plataforma cultural e enoturística", promovendo simultaneamente uma selecção de filmes premiados e a bela região do Douro vinhateiro, classificado pela UNESCO como Património da Humanidade.


A edição de 2011 decorrerá de 5 a 11 de Setembro, e é dedicada ao Brasil, e conta com a presença do realizador Carlos Diegues e do actor José Wilker. Além da programação regular, que inclui filmes como "Uma separação", de Asghar Farhadi, que recebeu o Urso de Ouro no Festival de
Berlim, "Las Acacias", "Chico & Rita" ou "A Árvore da Vida", haverá ainda uma retrospectiva do realizador português Manoel de Oliveira. A restante programação poderá ser consultada em dourofilmharvest.com.




Para ganhares um convite duplo para este festival, envia-nos um email para cineclubefdup@gmail.com com o teu nome e o do teu acompanhante.


Condições de participação:


1. Os convites são válidos para duas pessoas.


2. Indica no email as sessões a que gostarias de assistir, o dia respectivo e o nome do participante e acompanhante.


3. O mesmo participante poderá solicitar convites duplos para qualquer sessão.



4. O mesmo participante pode solicitar convites duplos para sessões diferentes do mesmo dia.



5. Excluem-se do passatempo as seguintes sessões especiais:


-ABERTURA EXPOSIÇÃO: "FADO" (Udia 5)
-A MORTE DE CARLOS GARDEL (dia 5)
-ISOLA WHERE BACCHUS' LANGUAGE IS SPOKEN (dia 6)
-O MAIOR AMOR DO MUNDO (dia 7)
-A CAÇA (dia 8)
-ACTO DA PRIMAVERA (dia 8)
-OS FALSIFICADORES (dia 8)
-SENNA (dia 9)
-MEIA-NOITE EM PARIS (dia 10)
-THE AGONY AND SWEAT OF HUMAN SPIRIT (dia 10)


6. O passatempo terminará dia 5 de Setembro (segunda), pelas 15h.