Depois do filme, tinha de ouvir a música. "California Dreamin", chamam-se ambos.
quarta-feira, agosto 31, 2011
rentrée
A partir de amanhã, o Medeia Teatro Campo Alegre retoma a sua (preciosa) actividade com o filme Vénus Negra (2010), o mais recente filme de Abdellatif Kechiche, o realizador de "A Esquiva" (2005) ou "Um Segredo de um Cuscuz" (2007).
Também amanhã, às 18h30, recomeça o ciclo "Do filme de gangsters ao filme negro", na biblioteca Almeida Garret, com a exibição de Os Filhos da Noite ("They Live by Night", 1949), de Nicholas Ray.
Também amanhã, às 18h30, recomeça o ciclo "Do filme de gangsters ao filme negro", na biblioteca Almeida Garret, com a exibição de Os Filhos da Noite ("They Live by Night", 1949), de Nicholas Ray.
segunda-feira, agosto 15, 2011
a grande ilusão
Elle Fanning (actriz prometedora com quem já nos tínhamos supreendido em Somewhere, de Sofia Coppola) naquela que é, para mim, a melhor cena de Super 8 (2011), de J. J. Abrams.
(peço desculpa pela falta de qualidade do vídeo - .avi -, mas não se encontra melhor no mercado)
sábado, agosto 06, 2011
cinema português
Para aprender e desmistificar - último número da Contrapicado.
Inês de Medeiros e Pedro Hestnes em Casa de Lava (1994), de Pedro Costa.
sexta-feira, agosto 05, 2011
terça-feira, agosto 02, 2011
Charlie don't surf

Bom velho Canal Hollywood.
Um filme que, ironicamente, começa com a The End, dos Doors, e nos oferece, ao longo das suas mais de três horas de cenários quer desoladores, quer belíssimos, (a chegada à aldeia de Kurtz, no fim da travessia de barco, é de morrer) imagens de surf, cachorrinhos, búfalos chacinados (esta cena é real), playmates com fetiche por pássaros, excertos de poesia, e o cheiro de napalm - pela manhã.
"I should have been a pair of ragged claws
Scuttling across the floors of silent seas."
Que ninguém diga que é só mais um filme de guerra.
segunda-feira, julho 25, 2011
domingo, julho 24, 2011
toda a razão
LMO, no Ípsilon (artigo completo - com o qual não concordo na totalidade - aqui):
"Como o dinheiro comanda a vida, também é daquelas raras alturas do ano em que um filme se faz "notícia": vem aí o Harry Potter, vem aí o Harry Potter, naquele misto de frenesi e indiferença com que os telejornais falam de tudo, a "saga mais lucrativa de sempre". Podiam dizer "a mais popular", "a mais querida", "a mais entusiasmante", mas não, dizem "a mais lucrativa". Miseravelmente remediados como somos, resta-nos ficar esmagados com tanta competência na bilheteira.
A talhe de foice, e para que se tenha uma noção das somas envolvidas: em 1937, com a Branca de Neve e os Sete Anões, Walt Disney precisou de um milhão e meio de dólares para influenciar o imaginário de todas as gerações futuras de todo o mundo; em 2011, a empresa sai mais cara: Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 2 fez-se por 250 milhões de dólares. Rentabilizar isto não se faz de ânimo leve, exige estratégia e disciplina quase militares, recompensadas com seis mil milhões de dólares (números gerais da "saga").
Acontecimento económico, acontecimento empresarial, acontecimento jornalístico (por supuesto): não se contesta, mas nada disto é sinónimo de um acontecimento "crítico" nem mesmo, passe o palavrão, "cinéfilo"".
"Como o dinheiro comanda a vida, também é daquelas raras alturas do ano em que um filme se faz "notícia": vem aí o Harry Potter, vem aí o Harry Potter, naquele misto de frenesi e indiferença com que os telejornais falam de tudo, a "saga mais lucrativa de sempre". Podiam dizer "a mais popular", "a mais querida", "a mais entusiasmante", mas não, dizem "a mais lucrativa". Miseravelmente remediados como somos, resta-nos ficar esmagados com tanta competência na bilheteira.
A talhe de foice, e para que se tenha uma noção das somas envolvidas: em 1937, com a Branca de Neve e os Sete Anões, Walt Disney precisou de um milhão e meio de dólares para influenciar o imaginário de todas as gerações futuras de todo o mundo; em 2011, a empresa sai mais cara: Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 2 fez-se por 250 milhões de dólares. Rentabilizar isto não se faz de ânimo leve, exige estratégia e disciplina quase militares, recompensadas com seis mil milhões de dólares (números gerais da "saga").
Acontecimento económico, acontecimento empresarial, acontecimento jornalístico (por supuesto): não se contesta, mas nada disto é sinónimo de um acontecimento "crítico" nem mesmo, passe o palavrão, "cinéfilo"".
sábado, julho 23, 2011
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