quarta-feira, outubro 21, 2009
terça-feira, outubro 20, 2009
sexta-feira, outubro 16, 2009
momentos bonitos dentro de um momento ainda mais bonito chamado "Chungking Express"





Chungking Express (ou Chung Hing sam Iam, no original) é um filme de Kar Wai Wong (de quem nunca tinha visto nada até à data) de 1994. Não me alongo muito sobre o filme porque o propósito deste apontamento não é esse, mas tão-só o de fixar estes pedaços extraodinários de luz e cor, e a que se juntam, para quem viu o filme, a melancolia e a vivência errática de pessoas insatisfeitas (cada uma à sua maneira, ou não o somos todos?) numa Hong Kong mundana que podia ser Nova Yorque, Lisboa, Rio de Janeiro ou Moscovo.
Uma vez mais, os meus parabéns pela escolha ao Cineclube da FEP, que o passou na passada terça-feira.
nota primeira: Havia uma fotografia, em especial, que queria deixar aqui, mas não a encontro. É quando a hospedeira de bordo está deitada na cama de olhos fechados descansando depois do êxtase e o "segundo" polícia (o "polícia 663") descreve círculos com o avião por cima da sua cabeça. Até que a certa altura o avião aterra languidamente sobre o ombro da mulher e a câmara se foca, na lateral, sobre o seu rosto. Não há palavras neste mundo que descrevam esse momento...
nota segunda: A banda sonora é, também ela, extraordinária.
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terça-feira, outubro 06, 2009
assim é o cineclube da FEP
A sala é acolhedora, as cadeiras são mais confortáveis que as nossas (é fácil, eu sei!), apreciam-se trailers dos filmes que passarão no futuro (boa ideia!) antes de ser ver o filme do dia e o escuro da sala é total.
O filme, esse, era o Dr. Strangelove (Kubrick, 1964), que muitas risadas me arrancou.
Saímos de lá a ouvir Vera Lunn a cantar "We'll meet again" com a certeza de que a senhora tinha razão... E é já na próxima terça!
Obrigado e votos de sucesso! :)
O filme, esse, era o Dr. Strangelove (Kubrick, 1964), que muitas risadas me arrancou.
Saímos de lá a ouvir Vera Lunn a cantar "We'll meet again" com a certeza de que a senhora tinha razão... E é já na próxima terça!
Obrigado e votos de sucesso! :)
Mais um: sejam bem vindos!
Arranca hoje a programação do CineFeup, mais um Cineclube Universitário, desta feita com sessões à noite. Bela escolha, e boa sorte! Segue o texto colocado no site da AEFEUP:

"Cinema é Engenharia! Não é um slogan, é a realidade.
Ao longo dos tempos, milhares e milhares de engenheiros tornaram possível esta arte que hoje tanto admiramos... Mas cinema não é só engenharia, cinema é arte, cinema é cultura, e é nosso dever saber o resultado final das nossas criações.
Assim, apresentamos-te o CineFEUP, um projecto do Departamento Cultural da AEFEUP que te trará, quinzenalmente, uma obra do cinema que deixou a sua marca na história.
Porque é o inicio do ano lectivo e a tendência depressiva aumenta 500%, vamos começar por apresentar-te um ciclo de COMÉDIA composto por 3 das melhores pérolas desse oceano!
Portanto, dia 6 DE OUTUBRO, TERÇA-FEIRA, às 21HORAS, passa na sala B003 da FEUP e prepara-te pra desfrutar do filme que inspirou grande parte dos comediantes da actualidade:
MONTY PYTHON E O CÁLICE SAGRADO
A entrada é GRATUITA e aberta a todos os estudantes da Academia do Porto, por isso, traz a companhia dos teus amigos para disfrutar deste filme que, com toda a certeza adorarás conhecer, ou simplesmente rever"

"Cinema é Engenharia! Não é um slogan, é a realidade.
Ao longo dos tempos, milhares e milhares de engenheiros tornaram possível esta arte que hoje tanto admiramos... Mas cinema não é só engenharia, cinema é arte, cinema é cultura, e é nosso dever saber o resultado final das nossas criações.
Assim, apresentamos-te o CineFEUP, um projecto do Departamento Cultural da AEFEUP que te trará, quinzenalmente, uma obra do cinema que deixou a sua marca na história.
Porque é o inicio do ano lectivo e a tendência depressiva aumenta 500%, vamos começar por apresentar-te um ciclo de COMÉDIA composto por 3 das melhores pérolas desse oceano!
Portanto, dia 6 DE OUTUBRO, TERÇA-FEIRA, às 21HORAS, passa na sala B003 da FEUP e prepara-te pra desfrutar do filme que inspirou grande parte dos comediantes da actualidade:
MONTY PYTHON E O CÁLICE SAGRADO
A entrada é GRATUITA e aberta a todos os estudantes da Academia do Porto, por isso, traz a companhia dos teus amigos para disfrutar deste filme que, com toda a certeza adorarás conhecer, ou simplesmente rever"
sexta-feira, outubro 02, 2009
a música e a noite
"Terá este casal uma segunda oportunidade? Pois bem, isso será desvendado justamente pela noite, momento onde Antonioni tão bem ilustra o contraste que esta pode sugerir: de um lado a animação, a magia e a sexualidade; do outro lado a solidão, a melancolia e a falta de respostas para as nossas inquietações mais profundas".
Descrevi (ou tentei descrever) o que Antonioni filma neste pedaço sublime (e que é completado com a festa em casa de Valentina).
Bom cinema em Economia
quinta-feira, outubro 01, 2009
"La Notte" - crítica
CINECLUBE FDUP 1/10/2009
La Notte (1961), de Michelangelo Antonioni
Por: Francisco Noronha
G: Sei o que escrever, mas não como. Estou em crise.
V: És um homem fraco. Eu gosto de festas, (…).
G: Não gostas de mais nada?
V: Sim, de tudo.
Talvez não seja habitual (ou mesmo conveniente…) começar um apontamento cinematográfico referindo um excerto daquelas sinopses que acompanham a contra-capa de uma caixa de um filme. Pois bem, seja-me permitida a audácia:
“Uma análise fria de sentimentos mistos num mundo de tensão crescente entre pessoas ao mesmo tempo tristes e felizes e o modo como convivem entre si”.
A audácia não é gratuita ou despicienda, claro. A citação acima sintetiza, de facto, o que Antonioni transporta de humano para o cinema com La Notte: pessoas emocionalmente intermitentes e seu relacionamento. A expressão “ao mesmo tempo” é muito importante: em toda a fita, o olhar de Antonioni incide sobre essa convivência contemporânea problemática mas, simultaneamente, tão natural. Para o caso, tão insuportavelmente natural.
Marcello Mastroiani (um ano depois de La Dolce Vita, diga-se por curiosidade) e Jeanne Moreau interpretam um casal cinzento em crise, (sobre) vivendo numa Milão também ela cinzenta. Uma Milão arquitectonicamente modelada por fachadas gigantescas que acentuam a pequenez e fragilidade das personagens – dos vários planos em que esta ideia nos é transmitida, há um, especialmente preciso, em que Lidia (Jeanne Moreau) é filmada num plano picado junto a um enorme frontão cuja alvura como que a ofusca. A isto se junta um tratamento de imagem cuja coloração (preto e branco) é particularmente arguta no que de deprimente e abafado imprime às personagens e aos espaços físicos em que elas se movem.
Voltando ao casal: é em torno dele que gira a história de La Notte. Afinal de contas, uma história bem simples: um dia (ou um pouco mais do que isso…) na vida de um casal em fim de linha. Será (só) isto? Bem, para já, será. Acompanhamos então Giovanni, escritor afamado, e Lidia, sua esposa e mulher de espírito, mais do que perturbado, perturbante. Ao longo do dia acompanharemos as suas deambulações, intercaladas com uma incursão solitária de Lídia pelas ruas de Milão. É especialmente nesta incursão, e nas diferentes situações que esta “fotografa”, que nos deixamos levar pela angústia de Lidia – seja com a criança que chora, o relógio estilhaçado, a cena de violência ou, mais libertador, o lançamento dos foguetes. Em todas elas, contudo, um traço é dominante: o rápido desapego de Lídia a tudo o que assiste ou conhece, motivado por um desespero interior de base.
Terá este casal uma segunda oportunidade? Pois bem, isso será desvendado justamente pela noite, momento onde Antonioni tão bem ilustra o contraste que esta pode sugerir: de um lado a animação, a magia e a sexualidade; do outro lado a solidão, a melancolia e a falta de respostas para as nossas inquietações mais profundas. E é então, à noite, no fausto de uma festa da burguesia italiana, que Giovanni e Lidia, cada um com o seu flirt de ocasião (bem mais interessante o de Giovanni), irão colocar à prova a sua relação (e a relação com a sua própria consciência). Não arriscarei muito se disser que não é a despropósito que a Mulher sai daqui um pouco santificada…
A noite dá lugar ao dia. E nessa transição há um momento fundamental para este casal e para o filme no conjunto: a madrugada. Momento híbrido mas redentor; obscuro mas apaziguador. Parece ser esta mesma madrugada – também pela longa paisagem verde – que Antonioni vai repescar cinco anos mais tarde em Blow-Up.
Urso de Ouro em Berlim (1961) e muito jazz (cortesia de Giorgio Gaslini) são outros factores que abrilhantam este La Notte, considerado por muitos como elemento central de uma trilogia completada por L’avventura (1960) e L’eclisse (1962) ou também como leitmotiv inspirador do monumental Eyes Wide Shut (Kubrick, 1999).
terça-feira, setembro 29, 2009
La Notte - Antonioni - 5 ªF - 1/10/2009 - 18h - entrada gratuita
(Depois do título em estilo telegrama, o texto mais normalzinho)Esta 5ª - feira inicia o cineclube FDUP mais um ciclo de sessões. O cartaz desta sessão, já afixado em cinco diferentes pontos, omite um ponto revelado no cartaz geral. A sessão é as 18h e a entrada é gratuita (sem cartões nem complicações). O convite está lançado: Aparece, Apareça, Apareçam :)
Cineclube - 1º semestre 09/10
01/10/09
La Notte - Michelangelo Antonioni
22/10/09
The Elephant Man - David Lynch
05/11/09
Aguirre, der Zorn Gottes - Werner Herzog
19/11/09
Cool Hand Luke - Stuart Rosenberg
03/12/09
Los Lunes al Sol - Fernando León de Aranoa
Aparece.
A entrada é gratuita.
La Notte - Michelangelo Antonioni
22/10/09
The Elephant Man - David Lynch
05/11/09
Aguirre, der Zorn Gottes - Werner Herzog
19/11/09
Cool Hand Luke - Stuart Rosenberg
03/12/09
Los Lunes al Sol - Fernando León de Aranoa
Aparece.
A entrada é gratuita.
sábado, setembro 26, 2009
The 36th Chamber of Shaolin (1978)
Nunca me canso de ver este filme, por mais que o reveja é como se fosse sempre a primeira vez … Um clássico
quinta-feira, setembro 24, 2009
Samora-FanClub - Rogério Samora em "O Delfim"
Enquanto passeava eu pela internet, descobri uma coisa fantástica. Que existe um Samora-FanClub em Portugal, destinado apenas à promoção do Rogério Samora, com vídeos no youtube e artigos sobre novelas pelo Google fora. Confesso que fiquei abismado com tal agrupamento, e fiquei desde logo a pensar que pela FDUP também devem existir grupos assim, destinados a promover o nosso Guilherme.
O vídeo que me chamou a atenção para o Samora-Fanclub
P.S. – Se alguém tiver em casa, ou tiver acesso ao filme “ O Delfim” ou “ A Balada da praia dos cães “, faria de mim uma pessoa muito feliz, pois há já bastante tempo que os procuro para ver e simplesmente não consigo encontrar.
O vídeo que me chamou a atenção para o Samora-Fanclub
P.S. – Se alguém tiver em casa, ou tiver acesso ao filme “ O Delfim” ou “ A Balada da praia dos cães “, faria de mim uma pessoa muito feliz, pois há já bastante tempo que os procuro para ver e simplesmente não consigo encontrar.
terça-feira, setembro 22, 2009
Porquê
segunda-feira, setembro 14, 2009
domingo, setembro 13, 2009
First Blood (1982)
sexta-feira, setembro 11, 2009
09/2010
Nos próximos meses, o mercado cinematográfico será inundado por farta e boa oferta. Infelizmente, o mercado cinematográfico português é ainda bastante débil. Não questiono as opções das principais distribuidoras cinematográficas portuguesas, mas acredito que um pouco mais de variedade não melindraria alguém.
Assim, divido em dois grupos os filmes sobre que de seguida escrevo: aqueles que todos irão ver, e aqueles que nem sequer nos vamos aperceber que por aqui passaram (porque, muitas vezes, de facto não passaram).
Aqueles que todos irão ver:
Avatar - James Cameron
De novo vos falo de Avatar, mas acreditem que compreensivelmente. Muitos são os que o vaticinam como a primeira grande aventura gráfica do novo século. Um "choque térmico" como foi Titanic, há 12 anos, também de James Cameron, que desde então tem-se mantido fora das luzes da ribalta, preparando um (este) regresso em alta.
Uma história de ficção-cientifica de que pouco se sabe ainda (ou sou eu que me tenho mantido bem resguardado). Promete, acredito.
District 9 - Neill Blomkamp
Outro repetido, mas se há meses tivesse dividido os filmes em dois grupos, este decerto ficaria no grupo d'aqueles que nem sequer nos vamos aperceber que por aqui passaram.
É a surpresa do ano, sem duvida. Do estreante Neill Blomkamp, uma aventura na terra, mas pouco terrestre.
The Informant! - Steven Soderbergh
Aborda a problemática da fraudulenta gestão de multinacionais, bem como o submundo do mundo dos negócios, tudo num registo humorístico algo negro. Com um Matt Damon que dizem surpreendente, um filme decerto interessante.
The Man who Stare at Goats - Grant Heslov
Uma fusão de ficção-cientifica, acção e comédia, com um elenco de luxo, encabeçado por George Clooney e Ewan McGregor.
Nine - Rob Marshall
Depois de Chicago (2002), outro musical de Rob Marshall destinado ao sucesso.
Também recheado de estrelas, e com a presença do misterioso e bastante selectivo Daniel Day-Lewis, é um filme que decerto fará as delicias de muitos.
Não aprecio o género, mas parece-me que daqui sairá uma boa produção.
The Lovely Bones - Peter Jackson
Admito que andei indeciso sobre em que grupo deveria colocar este filme. Mas no fim a escolha pareceu-me obvia. Peter Jackson é Peter Jackson. Peter Jackson é detentor de inumeros recordes no mundo cinematográfico, e vale milhões. Peter Jackson é o realizador da trilogia do Senhor dos Aneis, e um dos mais recentes produtores de sucesso em Hollywood.
De novo nos traz uma história fantástica, mas desta festa envolta em crime e suspense. Decerto surpreendente.
Aqueles que nem sequer nos vamos aperceber que por aqui passaram:
Where the Wild Things Are - Spike Jonze
Do visionário realizador de culto de inumeros videoclips das ultimas décadas, este filme é outro dos repetentes do meu post de há meses.
Uma adaptação ao cinema da obra de Maurice Sendak que promete encher o ecran de cenas fantásticas e comoventes. Um filme para a familia, que decerto no fim se descobrirá ser bem mais que isso.
The Imaginarium of Doctor Parnassus - Terry Gilliam
Aquele que para sempre ficará conhecido como o ultimo filme de Heath Ledger. Com o projecto ameaçado pela subita morte do actor, o realizador teve a brilhante ideia (que decerto acabará por levar o filme bem mais longe do que de inicio se esperaria) de fazer Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell filmarem as cenas que faltavam a Heath Ledger, ajustando o argumento a tal "aventura".
The Invention of Lying - Ricky Gervais e Matthew Robinson
De Ricky Gervais e com Ricky Gervais (o criador da série de sucesso, The Office), este filme decerto não deveria passar despercebido do grande publico.
Antichrist - Lars von Trier
Nomeado para a Palma de Ouro em Cannes, este filme gerou reacções bem distintas durante o certame. Violento e chocante, um filme a ver se se tiver estomago.
Gentlemen Broncos - Jared Hess
Uma aventura pelo mundo da comédia, com a participação de Jermaine Clement, meia-parte dos Flight of the Conchords.
Fantastic Mr. Fox - Wes Anderson
A primeira incursão pelo mundo digital do irrepreensivel Wes Anderson. Com um elenco de luxo, algo me fez coloca-lo neste segundo grupo. Não é por mal, adoro os seus filmes, mas não sei porquê acabam sempre por passar bem despercebidos do grande público.
The Girlfriend Experience - Steven Soderbergh
Cheira-me que é de facto uma experiência. Steven Sodenberg pegou numa bela actriz pornográfica, Sasha Grey, e fez dela uma actriz de cinema "normal". Dizem que a receita não ficou famosa, mas ainda assim surge em mim grande curiosidade. O argumento também não parece mau. Vou fazer por ver, sem duvida.
Assim, divido em dois grupos os filmes sobre que de seguida escrevo: aqueles que todos irão ver, e aqueles que nem sequer nos vamos aperceber que por aqui passaram (porque, muitas vezes, de facto não passaram).
Aqueles que todos irão ver:
Avatar - James Cameron
De novo vos falo de Avatar, mas acreditem que compreensivelmente. Muitos são os que o vaticinam como a primeira grande aventura gráfica do novo século. Um "choque térmico" como foi Titanic, há 12 anos, também de James Cameron, que desde então tem-se mantido fora das luzes da ribalta, preparando um (este) regresso em alta.
Uma história de ficção-cientifica de que pouco se sabe ainda (ou sou eu que me tenho mantido bem resguardado). Promete, acredito.
District 9 - Neill Blomkamp
Outro repetido, mas se há meses tivesse dividido os filmes em dois grupos, este decerto ficaria no grupo d'aqueles que nem sequer nos vamos aperceber que por aqui passaram.
É a surpresa do ano, sem duvida. Do estreante Neill Blomkamp, uma aventura na terra, mas pouco terrestre.
The Informant! - Steven Soderbergh
Aborda a problemática da fraudulenta gestão de multinacionais, bem como o submundo do mundo dos negócios, tudo num registo humorístico algo negro. Com um Matt Damon que dizem surpreendente, um filme decerto interessante.
The Man who Stare at Goats - Grant Heslov
Uma fusão de ficção-cientifica, acção e comédia, com um elenco de luxo, encabeçado por George Clooney e Ewan McGregor.
Nine - Rob Marshall
Depois de Chicago (2002), outro musical de Rob Marshall destinado ao sucesso.
Também recheado de estrelas, e com a presença do misterioso e bastante selectivo Daniel Day-Lewis, é um filme que decerto fará as delicias de muitos.
Não aprecio o género, mas parece-me que daqui sairá uma boa produção.
The Lovely Bones - Peter Jackson
Admito que andei indeciso sobre em que grupo deveria colocar este filme. Mas no fim a escolha pareceu-me obvia. Peter Jackson é Peter Jackson. Peter Jackson é detentor de inumeros recordes no mundo cinematográfico, e vale milhões. Peter Jackson é o realizador da trilogia do Senhor dos Aneis, e um dos mais recentes produtores de sucesso em Hollywood.
De novo nos traz uma história fantástica, mas desta festa envolta em crime e suspense. Decerto surpreendente.
Aqueles que nem sequer nos vamos aperceber que por aqui passaram:
Where the Wild Things Are - Spike Jonze
Do visionário realizador de culto de inumeros videoclips das ultimas décadas, este filme é outro dos repetentes do meu post de há meses.
Uma adaptação ao cinema da obra de Maurice Sendak que promete encher o ecran de cenas fantásticas e comoventes. Um filme para a familia, que decerto no fim se descobrirá ser bem mais que isso.
The Imaginarium of Doctor Parnassus - Terry Gilliam
Aquele que para sempre ficará conhecido como o ultimo filme de Heath Ledger. Com o projecto ameaçado pela subita morte do actor, o realizador teve a brilhante ideia (que decerto acabará por levar o filme bem mais longe do que de inicio se esperaria) de fazer Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell filmarem as cenas que faltavam a Heath Ledger, ajustando o argumento a tal "aventura".
The Invention of Lying - Ricky Gervais e Matthew Robinson
De Ricky Gervais e com Ricky Gervais (o criador da série de sucesso, The Office), este filme decerto não deveria passar despercebido do grande publico.
Antichrist - Lars von Trier
Nomeado para a Palma de Ouro em Cannes, este filme gerou reacções bem distintas durante o certame. Violento e chocante, um filme a ver se se tiver estomago.
Gentlemen Broncos - Jared Hess
Uma aventura pelo mundo da comédia, com a participação de Jermaine Clement, meia-parte dos Flight of the Conchords.
Fantastic Mr. Fox - Wes Anderson
A primeira incursão pelo mundo digital do irrepreensivel Wes Anderson. Com um elenco de luxo, algo me fez coloca-lo neste segundo grupo. Não é por mal, adoro os seus filmes, mas não sei porquê acabam sempre por passar bem despercebidos do grande público.
The Girlfriend Experience - Steven Soderbergh
Cheira-me que é de facto uma experiência. Steven Sodenberg pegou numa bela actriz pornográfica, Sasha Grey, e fez dela uma actriz de cinema "normal". Dizem que a receita não ficou famosa, mas ainda assim surge em mim grande curiosidade. O argumento também não parece mau. Vou fazer por ver, sem duvida.
terça-feira, setembro 08, 2009
Inglorious Bastards - ainda a loucura,
desta feita sob a forma de beleza.
A actriz chama-se Mélanie Laurent. Quando a vi, no filme de Tarantino, assomou-me imediatamente a certeza de que já tinha visto aquele encanto em qualquer lado. Como não sou actor de cinema nem frequento o meio - é pena, para o caso - tive que me mentalizar abatidamente que só a podia ter visto num outro filme.... Cruel, mas é assim a vida.
Hoje descobri que foi em Paris (2008), de Cédric Klapisch, que pela primeira vez me cruzei com tão desarmante charme e delicadeza. E fogo, também...

em Inglorious Bastards.

em Paris.
Ah, também é boa actriz. A sério. :)
A actriz chama-se Mélanie Laurent. Quando a vi, no filme de Tarantino, assomou-me imediatamente a certeza de que já tinha visto aquele encanto em qualquer lado. Como não sou actor de cinema nem frequento o meio - é pena, para o caso - tive que me mentalizar abatidamente que só a podia ter visto num outro filme.... Cruel, mas é assim a vida.
Hoje descobri que foi em Paris (2008), de Cédric Klapisch, que pela primeira vez me cruzei com tão desarmante charme e delicadeza. E fogo, também...

em Inglorious Bastards.

em Paris.
Ah, também é boa actriz. A sério. :)
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segunda-feira, setembro 07, 2009
a loucura por detrás da loucura
Sobre Inglorious Bastards, com tanto o que já se disse e escreveu por aí, pouco me resta acrescentar, mais não seja pelo receio de olvidar algum dos mil e um momentos, pormenores e alusões tão peculiares que a fita passa. A não ser, talvez, este apontamento partilhado com uma amiga à saida da sala de cinema:
É preciso muita loucura para realizar um filme da forma como Inglorious Bastards foi realizado. Quem o realizou?
Mas, por debaixo da ponta do iceberg, há mais: é preciso uma loucura ainda mais desconcertante para escrever o argumento de um filme como Inglorious Bastard. Quem o escreveu?
Pois. É insanidade a dobrar. E brilhantismo. Muito.
E este é, mesmo que não pareça à primeira vista ao leitor, o maior tributo que posso fazer ao homem.
Curvo-me.
É preciso muita loucura para realizar um filme da forma como Inglorious Bastards foi realizado. Quem o realizou?
Mas, por debaixo da ponta do iceberg, há mais: é preciso uma loucura ainda mais desconcertante para escrever o argumento de um filme como Inglorious Bastard. Quem o escreveu?
Pois. É insanidade a dobrar. E brilhantismo. Muito.
E este é, mesmo que não pareça à primeira vista ao leitor, o maior tributo que posso fazer ao homem.
Curvo-me.
sábado, setembro 05, 2009
As Quatro Cabeleiras do Após-Calipso
Hoje, no DN gente, suplemento do DN, página 14:
"Em Portugal, os filmes dos Beatles ficaram associados a um dos mais descabelados títulos alguma vez inventados para exibição comercial. As Quatro Cabeleiras do Após-Calipso foi o nome dado a A Hard Day's Night, o primeiro filme dos Fab Four, de 1964".
Nas páginas 6 e 7 surge o cartaz desses "quatro cabeleiras". Assim reza (usarei as técnicas ao meu dispor para ficar próximo das variações do formato das letras):
FINALMENTE!!!
OS FABULOSOS
BEATLES
NO SEU ELECTRIZANTE E APLAUDIDO FILME
OS QUATRO CABELEIRAS DO APÓS-CALIPSO
(A HARD DAY'S NIGHT)
CABELUDOS!...DESGRENHADOS!...
MAS COM UM RITMO DOS DIABOS!!!
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