sábado, fevereiro 12, 2011
sábado, fevereiro 05, 2011
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
Nau
"Quando jovens decidem iniciar qualquer evento na área da Cultura, há sempre uma dose de loucura e uma dose de energia, ambas louváveis. Foi assim que o Fantasporto começou em 1981. Por isso, esta NAU que se lança ao mar precisa de muita teimosia para se erguer contra os ventos e marés que tornam a criação de Cultura em Portugal uma aventura de descoberta e empenho." Por Beatriz Pacheco Pereira, directora do festival Fantasporto.
Nau, um festival de cinema e fotografia jovem, conhece hoje a sua 1ª edição, sendo apadrinhado pelo Fantasporto. De 4 a 6 de Fevereiro, o objectivo é apoiar e incentivar a criação de cultura em Portugal e, particularmente, em português. Esperemos que seja a primeira de muitas...
http://www.naufestival.com.pt/site/main.html
quinta-feira, janeiro 27, 2011
quarta-feira, janeiro 26, 2011
tall dark stranger

"O cinema de Woody Allen, é sabido, tornou-se num piloto automático: cumprir uma ordem de trabalho esquemática que se traduz, muitas vezes, numa reprodução de um guião da sua autoria sem grande direcção de actores ou marcação de preferências estilísticas, ou ainda, se quisermos, uma mera presença do universo de um autor sem ser pelos restos das vias tradicionais das "punchlines" ou das suas angústias diárias — a ideia que a vida, para Allen, simplesmente não faz muito sentido. Infelizmente, é esse mesmo distanciamento de Allen do seu clima de rodagem e da sua direcção que faz com que os filmes traduzam apenas isso: filmes que não fazem, também eles, muito sentido.
(...) é de novo pelo despropósito do argumento que o filme acaba por cair na inutilidade. Allen já não parece construir o seu filme para nos oferecer uma moral (como no excelente, e último grande filme dele, Match Point), mas apenas entregar-nos o esquema de uma moral que servirá, já por si, de justificação para um filme (que as ilusões das vidas dos outros não serão melhores que as nossas desprovidas de rumo). You Will Meet a Tall Dark Stranger começa com uma boa captação do seu ambiente e das suas "famílias", no entanto, é quando Allen decide mexer nas peças para provar o seu ponto que tudo desaba, sem caminho, sem rigor e sem conclusão, ficando-se inclusivamente com a impressão que a segunda parte do filme ficou por escrever".
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you will meet a tall dark stranger
terça-feira, janeiro 25, 2011
sobre o ano que passou
Aqui fica o link para um balanço da produção cinematográfica em 2010, nem que seja para ficarmos com uma ideia dos (numerosos) bons filmes que perdemos! (ou que nunca chegaram cá...)
copia conforme

"Um escritor nunca consegue pôr tudo num livro. Por isso escreve outro".
Copia Conforme, de Abbas Kiarostami.
Seria leviano usar uma ou duas palavras bombásticas para descrever este filme. Por isso, já tarde e a más horas, uso seis: demasiado-prodigioso-para-não-ser-visto.
(depois do filme, fui ver o novo do Woody Allen. Erro meu, claro. "Nunca comas o doce antes da fruta", sempre me disseram os meus pais)
quarta-feira, janeiro 19, 2011
Film Socialisme, novo filme de Godard.
Provavelmente chegará a Lisboa, provavelmente ao Porto não.
É assim a vida.
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Jean-Luc Godard
domingo, janeiro 16, 2011

Há tempos, um crítico do jornal Público (creio que o Jorge Mourinha) escrevia, a propósito do blockbuster Eat Pray Love, que, sendo o filme fraquinho (diz ele, não vi), a ida ao cinema acabava por compensar pelo facto de, como em tempos antigos, podermos contemplar um grande actriz e uma mulher lindíssima em cena. Falava, pois, de Julia Roberts. Dizia ainda que esse era hoje um privilégio raro. Melhor, dois. O de vermos uma actriz da dimensão de Julia Roberts (umas das últimas grandes actrizes da cinematografia contemporânea, dizia); e o de podermos ver um filme só por causa dela.
Há dias fui ver Chloe ("O Preço da Traição", em português... - há assim tão pouca gente a ir ao cinema?!), de Atom Egoyan.
Não sendo, de todo, um mau filme, o que ressalta ao fim de uma hora e meia é, para todos os efeitos, uma e só uma coisa: a grandeza, o brilhantismo e a extroardinária elegância de Julianne Moore (ela que ainda há pouco tempo tinha tido uma passagem tão fugaz quanto impressionante em A Single Man, de Tom Ford). O filme é todo seu e anda ao ritmo da sua personagem do princípio ao fim. Estamos a ver o filme e estamos a ver Julianne Moore... ela enche por completo o écran.
Se Julia Roberts pertence a esse panteão, Julianne Moore estará com certeza ao seu lado.
O Guilherme já tinha falado de The Tree of Life, novo filme de Terrence Malick que está aí (?) a chegar, mas só agora vi o trailer. E a não ser que esta pequena maravilha de dois minutos seja resultado de mero acaso, temos aí um grande filme!
sábado, janeiro 08, 2011
Condenados de Shawshank
Salvo erro, vem escrito na capa que a esperança liberta! Foi o primeiro filme do ano, e foi um bom mote. Dizer que nos fala de esperança é muito pouco e redutor!

É também um tributo à inteligência, à amizade, à honra e à coragem. Tal como "12 Angry Men" desconstrói a formatação das mentes para o óbvio, o fácil e imediato - essa busca stressante pela celeridade em detrimento da qualidade e da compreensão. Não sei realmente se é um filme sobre a justiça, a vida nas prisões, a corrupção, esperança ou a amizade.. Penso que é algo mais!

Alvo de uma fraca recepção, apesar da crítica generosa e das vária nomeações para os Óscares, é hoje um filme de culto pela maioria das pessoas que o viram.

“Estas muralhas têm um estranho efeito. Primeiro odiamo-las. Depois habituamo-nos a elas. Quando passa muito tempo ficamos dependentes delas.” Red (Morgan Freeman)
Quem nao viu, deveria, e quem ja viu que repita. Como certamente farei!
quinta-feira, dezembro 30, 2010
não vos deixeis cair em tentação
Se tivesse que escolher o melhor filme que vi em 2010, a minha escolha recairia sobre um filme que não... de 2010.
Mas a eleger um filme de 2010, o meu voto vai, se não me atraiçoa a memória, para A Single Man. Rezemos agora para que o Tom Ford, depois de ganhar o campeonato, não queira ganhar a Champions... já sabemos no que isso dá (se é que me entendem).
Mas a eleger um filme de 2010, o meu voto vai, se não me atraiçoa a memória, para A Single Man. Rezemos agora para que o Tom Ford, depois de ganhar o campeonato, não queira ganhar a Champions... já sabemos no que isso dá (se é que me entendem).
obsessão
Ciclo Cinema é Obsessão, no Cineclube de Joane, Famalicão:
O Cinema é uma arte que envolve inúmeros recursos, tanto criativos como técnicos e, além disso, procurou estabelecer-se como possível súmula das outras artes. Nesse emaranhado de possibilidades, é concebível que da parte dos seus autores maiores, os realizadores, surjam temas e opções de carácter obsessivo. Mas como cada uma das categorias técnicas (a fotografia, a montagem, o som, a cenografia, etc.) são de uma vastidão extrema, as obsessões criativas que há pouco imputávamos aos cineastas são também fáceis de encontrar nos responsáveis por cada uma das camadas técnicas. Assim, montamos um ciclo em que tais manias são tão imputáveis aos criadores como às personagens, e às vezes a ambos os casos. Escolhemos 10 obras, títulos com um lugar de destaque na história do Cinema, mas temos consciência que haverá por aí, em muitas cabeças, outras tantas escolhas, cada uma com as suas (obsessões.
fonte (e programa do ciclo): http://www.cineclubejoane.org/
O Cinema é uma arte que envolve inúmeros recursos, tanto criativos como técnicos e, além disso, procurou estabelecer-se como possível súmula das outras artes. Nesse emaranhado de possibilidades, é concebível que da parte dos seus autores maiores, os realizadores, surjam temas e opções de carácter obsessivo. Mas como cada uma das categorias técnicas (a fotografia, a montagem, o som, a cenografia, etc.) são de uma vastidão extrema, as obsessões criativas que há pouco imputávamos aos cineastas são também fáceis de encontrar nos responsáveis por cada uma das camadas técnicas. Assim, montamos um ciclo em que tais manias são tão imputáveis aos criadores como às personagens, e às vezes a ambos os casos. Escolhemos 10 obras, títulos com um lugar de destaque na história do Cinema, mas temos consciência que haverá por aí, em muitas cabeças, outras tantas escolhas, cada uma com as suas (obsessões.
fonte (e programa do ciclo): http://www.cineclubejoane.org/
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sábado, dezembro 25, 2010
quarta-feira, dezembro 08, 2010
quarta-feira, dezembro 01, 2010
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