
quarta-feira, dezembro 16, 2009
5ª F - 18h - última sessão - às segundas ao sol

terça-feira, dezembro 15, 2009
o "Play Time" é um filme sobre o qual dá para escrever um ensaio mas como eu não tenho nem arte nem engenho para isso
domingo, dezembro 13, 2009
play time


Guardo estas duas fotografias há já nem sei quanto tempo no meu computador. Encontrei-as já nem sei bem como, nem o porquê ou o caminho que me levou até ela. O que sei ao certo é que me fascinaram desde o primeiro instante.
Quando as encontrei, e quando as soube pertencentes ao filme Play Time (1967), de Jacques Tati, formulei para mim um intenso desejo de o ver. Por falta de oportunidade, por esquecimento ou por coisa outra, a verdade é que já lá vão uns aninhos e nunca o vi.
Passado tanto tempo, soube que o Cine-Clube Escola das Artes da Universidade Católica (Pólo da Foz), vai passar o filme na próxima segunda-feira, dia 14, pelas 21h. Não sei se é bom, muito bom ou muito mau (só vi um filme de Tati - "Há festa na Aldeia" no hoje desaparecido Nun'Álvares, teria eu uns 10 ou 11 petizes anos - do qual guardo excelentes recordações!)... mas estão todos convidados! :)
sábado, dezembro 12, 2009
quarta-feira, dezembro 09, 2009
Para os (poucos) que não vão ao Jantar de Natal da FDUP...
Debate sobre o novo filme de Michael Moore:
Amanhã, quinta-feira, 10 de Dezembro , na sessão das 21h30
Cinemas Medeia Cidade do Porto
Jorge Campos (documentarista e professor do curso de Artes da Imagem, da ESMAE);
Fernando dos Santos Neves (reitor da Universidade Lusófona do Porto; professor de Ciências Políticas)
A Medeia Filmes tem, ao longo dos anos, trazido a debate muitos dos filmes que exibe, participando de forma activa no espaço público em que se insere o trabalho que vem desenvolvendo. Nesse sentido, organizou um debate em torno do último filme de Michael Moore, em exibição no cinema Medeia Cidade do Porto, CAPITALISMO: UMA HISTÓRIA DE AMOR, em que o cineasta aborda as origens e consequências da actual crise financeira mundial. Polémico, irreverente, desafiador, e actual, o cinema de Moore tem vindo a afirmar-se ao longo de duas décadas, tendo recebido muitos e prestigiados prémios e obtido grande sucesso junto do público.
CAPITALISMO: UMA HISTÓRIA DE AMOR / CAPITALISM: A LOVE STORY >Michael Moore
Festival de Veneza > Selecção Oficial em Competição
“Capitalismo: Uma História de Amor” é, vinte anos depois, o “fecho do círculo” iniciado com “Roger e Eu”. […] é o filme de alguém que admitiu que a América em que vive já não é (ou talvez nunca tenha sido) a América em que julgava viver, e que compreende que ao mesmo tempo, a força e a limitação do que a sua câmara pode fazer. E aí, ganha-se como, provavelmente, o mais sincero dos filmes de Moore – e, provavelmente, o mais interessante.
Jorge Mourinha, Público
Moore denuncia que o sistema faliu […,] exibe as ilegalidades e afrontas das grandes empresas, da banca, e dos especuladores financeiros.
Manuel Halpern, JL
Se ainda não viu “Capitalismo, Uma História de Amor” de Michael Moore, vá ver. Pode não simpatizar com o homem, mas fica logo a perceber os casos BPN e BPP.
Eduardo Pitta, blog Da Literatura
www.capitalismalovestory.com
sexta-feira, dezembro 04, 2009
a provar
É evidente que prová-lo não é tarefa fácil e nem tudo corre bem - é quando o filme não consegue ser criativo na reelaboração de clichês associados à vida mundana de uma cidade cosmopolita, aos encontros fortuitos geradores de emoções fortíssimas, aos diálogos adolescentes entre pessoas adultas, àquele teasing cheio de pinta entre homens e mulheres ainda com mais pinta.
Mas quando o consegue, o filme atinge picos deliciosos.
E depois é uma cambada de actores e actrizes cada um melhor que o outro. Deles destaco a prestação de Shia LaBeouf (onde quer que tenha ido buscar aquele passo canhestro, foi buscá-lo muito bem), Hayden Christensen, Ethan Hawke, Chris Cooper, Julie Christie, Eli Wallach e Uguer Yecel. E entretanto, enquanto vou apontado os nomes e revendo o filme na cabeça, começo a duvidar se esta minha avaliação não tem tanto em conta as interpretações quanto as cenas em si em que elas se revelam... (e isto acaba por reflectir um pouco o que foi dito no segundo parágrafo).

Um dos "takes" que mais gostei, filmado por Shekhar Kapur, creio (ah, pois, esqueci-me de mencionar o facto do filme, ou dos filmes, serem realizados por pessoas diferentes - como o inevitável IMBD nos mostra). Na imagem, Julie Christie e Shia LaBeouf em cena sublime.
quarta-feira, dezembro 02, 2009
sábado, novembro 28, 2009
days of being wild
Infelizmente, não consegui encontrar nenhuma cena de Days of Being Wild (1990, de Kar Wai Wong) com legendas em inglês.
No diálogo acima, e num outro que a ele se segue, York interpela enigmaticamente Li-zhen (que não o conhece de parte alguma), pedindo-lhe para que nunca se esqueça daquele dia e daquela hora - 16 de Abril de 1960, um minuto para as 15h. Ou, como o IMDB me fez questão de facilitar a tarefa:
Yuddy: What day's today?
Su Lizhen: 16th.
Yuddy: 16th... April the 16th. At one minute before 3pm on April the 16th, 1960, you're together with me. Because of you, I'll remember that one minute. From now on, we're friends for one minute. This is a fact, you can't deny. It's done.
Gostei mesmo muito deste filme, que me foi emprestado por um cineclubista da FEP - depois de me ter fascinado com Chungking Express (1994), do mesmo Kar Wai Wong - e a quem agradeço a partilha!
Days of Being Wild supera, na minha opinião, Chungking Express, e isto tendo em conta os incontornáveis pontos de contacto (mais numerosos que os de contraste, arrisco sem grande risco) entre os dois filmes.
As teias dos nebulosos relacionamentos humanos - muito mais próximas do que se pensam -, a fugacidade dos mesmos e a dor da perda a ela associada, tudo isto é filmado por Kar Wai Wong de uma forma bela, contemplativa, sem no entanto nos deprimir ou angustiar como se não houvesse amanhã.
A propósito disto, lembrei-me de um artigo no ípsilon sobre a exposição de Tim Burton no MoMa:
"(...) Burton nunca transpõe a linha do terror. Ele quer-nos impressionar, provocar e desafiar, mas não nos quer aterrorizar. Os seus monstros maravilham-nos, não nos metem medo. (...) Há energia e destruição, mas também ternura e sedução".
Quer em Days of Being Wild, quer em Chungking Express, Kar Wai Wong faz também isto mesmo: não transpõe a linha da solidão, do amor ou da perda. "Impressiona-nos", "maravilha-nos", faz-nos pensar; mas não nos atira no escuro nem nos tritura a alma.
nota: Tal como em Chungking Expres, encontramos também neste filme uma banda-sonora muito bonita.
quarta-feira, novembro 25, 2009
quinta-feira, novembro 19, 2009
sábado, novembro 14, 2009
Oferta de Convites - Casa da Música

Vem com o Cineclube assistir a este filme/concerto único na Casa da Música!
Temos 15 convites para oferecer - serão atribuídos aos primeiros 15 a enviar email para cineclubefdup@gmail.com, intitulado "Metropolis", com indicação de nome e número de telefone. A entrega dos mesmos será feita no fim da sessão do Cineclube de dia 19 de Novembro, sendo portanto um requisito a presença no filme, e a limitação a um bilhete por pessoa!
O espectáculo terá lugar na Sala Suggia, dia 24 de Novembro às 19h30. O preço dos bilhetes, para menores de 25 anos, é de 8€. Portanto, aproveita rapidamente esta oferta exclusiva!
Os nossos agradecimentos à Casa da Música - para mais detalhes, consultar www.casadamusica.pt.
quinta-feira, novembro 12, 2009
Oferta de convites!

quarta-feira, novembro 11, 2009
parênteses
nota: Tentei encontrar esse momento sob a forma de "clip". Mas parece que o youtube foi saqueado. Nada de preocupante, ou não houvesse já uma equipa de intervenção constituída para solucionar o problema - "a team of highly trained monkeys has been dispatched to deal with this situation". Maroto, este "500 Internal Server Error".
que cometa
Um quadro de fantasia carregado de metáforas intemporais. A arte no pincel é de Miyazaki, de quem não conhecia nada até ontem.
Vontade de saber mais, pois claro.

[A imagem que queria mesmo aqui deixar era qualquer uma que documentasse os jardins de Laputa, onde se encontra a sepultura e onde jazem todos os outros seres mortos (ainda que a natureza jamais os deixe de abraçar). Infelizmente não a encontrei em lugar algum.]
terça-feira, novembro 10, 2009
pormaiores
Pois bem, eu sempre que visito este blog não deixo de o ler, reler e treler. E aprecio inclusivamente essa aura semi-oculta que o rodeia. Do dito rectângulozinho ressalta, desde a primeira vez que o mirei, um aspecto - o título. "O Cinema. A Palavra.": assim se guarda, a cinza, um cantinho deste blog para esse cruzamento, tão profundo quanto natural.
E deste gostinho especial (e é a quarta vez neste apontamento que acabo uma palavra em "inho") retiro o pretexto para este post.
O filme é o Una giornata particolare (1977, de Ettore Scola - realizador, entre outros, do Le Bal, já passado pelo Cineclube) e as palavras são de Don Delillo, no livro Os Nomes. O cruzamento será porventura mais nítido para quem viu o filme, ainda que não tenha lido o livro.
segunda-feira, novembro 09, 2009
Movimento pelo Cineclube do Porto
ASSINE O NOSSO MANIFESTO.
Obrigado.
movimentocineclubedoporto.blogspot.com




